Tenho recebido textos de várias pessoas, e a postagem de hoje é de alguém de longas datas e que tem bastante propriedade em suas palavras. Grande honra publicar tua opinião aqui em nosso blog, meu amigo Ulisses Junior!Vamos ao texto:
Pois bem, esse programa criado com o objetivo de ajudar aqueles que tem uma renda baixa se tornou uma doença que criou milhões de brasileiros mamando às custas do governo.
Por um lado temos famílias no sertão que, por conta da seca, não conseguem produzir e se sustentar, tínhamos famílias na miséria etc. Será que a bolsa família nos moldes atuais seria a solução mais adequada para ajudar essas pessoas? Creio que não!
Os moradores do sertão são pessoas trabalhadoras que, dispondo de meios pra trabalhar, não ficam parados. Então porque não dar meios para eles trabalharem durante o período de estiagem ou lhes fornecer uma bolsa seca de caráter temporário ou furar poços, fazem transposição ou algo do tipo?
O que falar das pessoas "miseráveis" que existiam e hoje saíram da linha da pobreza por conta desse programa? O que fazem hoje em dia? Trabalham? Estudam? Ou sobrevivem da bolsa?
O bolsa família, na minha opinião, não passa de um programa que criou milhões de preguiçosos que em sua maioria utilizam o dinheiro para coisas que não são sua subsistência, como álcool, drogas, armas etc.
Onde está a fiscalização, que finge não ver o que acontece? Cadastram pessoas que tem condição financeira boa e mesmo assim ainda usufruem, pessoas fantasmas ganham, desviam-se milhões!
O bolsa família nada mais é que um mote político que é usado para eleger políticos que nunca se preocuparam em preparar essas pessoas para o mercado de trabalho, mas em dar uma esmola para com isso se perpetuar no poder.
Lógico que, como em tudo mais, isso não é diferente! Existem exceções. Mas elas ficam pra um próximo texto, nesse momento vale a pena aquela pesquisada.
Se você concorda com as palavras do nosso amigo Ulisses ou tem alguma sugestão, crítica ou mensagem, comente abaixo. Será um grande prazer ler sobre posicionamentos diferenciados para enriquecer o conhecimento.
Brilhante observação, Ulisses!
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